No dia 15 de março os trabalhadores e suas representatividades
sindicais saíram às ruas para expressar insatisfação com as medidas tomadas por
Michel Temer e sua equipe econômica que em nome do capital internacional
promove mudanças que atinge a classe trabalhadora.
Essas mudanças não têm outro objetivo a não ser recolocar o trabalhador em uma situação de miséria que o leve a vender, a qualquer preço, o seu bem mais precioso, a sua força de trabalho.
Por essa razão não podemos, enquanto trabalhadores, aceitar que uma proposta que não foi aprovada pelas urnas e que segue a lógica do conservadorismo privado que deseja triunfar sobre nossos ombros.
Por isso mais de um milhão de pessoas tomaram as ruas contra a proposta de reforma previdenciária, podemos ser dois milhões na próxima vez e dizer ao impermanente Temer que não vamos aceitar nenhum direito a menos. Governo vai, governo vem. Direitos não.

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